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“Bolsa de New York desaba. Pior que 1929. A Bolsa de Valores de New York caiu 22,6% ontem, quase o dobro da queda do crack da Grande Depressão de 1929, de 12,08%. O prejuízo calculado até agora é de US$ 560 bilhões, cinco vezes a dívida externa brasileira. O desastre financeiro de Nova York espalhou-se pelas bolsas do mundo: em Londres, a perda foi de 50 bilhões de Libra” Foi assim que, em 20 de outubro de 1987, um dia após o que ficou conhecido como “segunda-feira negra”, noticiou o jornal Estado de São Paulo.


Uma série de eventos, ocorridos quase que simultaneamente, explicam o evento. 1) O aumento do déficit comercial americano; 2) O medo das consequências do ataque americano à plataformas de petróleo no Irã. No mesmo dia do ataque, o presidente Reagan, em cadeia nacional, teve que tranquilizar o povo americano. “Não há nada de errado com a economia” disse o presidente. No dia seguinte o New York Post noticiava em letras garrafais: “Wall Street enlouquece!”; 3) O anúncio, dias antes, que os benefícios fiscais associados à fusões de empresas seriam cortados o que poderia causar dificuldades a várias empresas endividadas. Outros eventos negativos podem ser citados também.


Avanços da tecnologia possibilitaram o uso dos chamados “trading programs”, computadores programados para negociar de maneira extremamente rápida operações envolvendo quantidades significativos de ações. Muitas delas no mercado futuro, mais barata em corretagem do que no mercado à vista. O que não se sabia na época era o real impacto que uma negociação simultânea de contratos futuros poderia causar no mercado.


A notícia do déficit na balança comercial americana fez com que houvesse uma queda significativa no dólar. As taxa de juros futuro subiram, colocando ainda mais pressão de baixa sobre o preço das ações, que começaram a cair, e cair e cair. Trading programs começaram a disparar ordens de venda de ações e contratos futuros, culminando na segunda-feira negra. O índice Dow Jones Industrial Average despencou 508 pontos, uma queda de 22,61% em um só dia.


Em 1989 os Estados Unidos já caminhavam rumo a uma recuperação econômica. Di Modica, um italiano naturalizado americano, gastou do próprio bolsa cerca de US$ 360,000 para criar uma famosa escultura: um Touro em bronze. O motivo para tal animal vem justamente pelo fato que ele representa o mercado em ascensão (o touro ataca de baixo para cima), ao contrário do urso, que representa o mercado em queda (pois de forma oposta, ele ataca de baixo para cima).


Essa foi a forma que o artista encontrou de homenagear a cidade de New York, foi um presente de Natal. Instalado próximo a Wall Street em Manhattan, o Charging Bull ou Wall Street Bull, como também é chamado, representa hoje muito mais que um presente de Natal. Representa a força e robustez da economia norte americana diante das instabilidades do mercado. Inspira ainda a confiança em um mercado livre, capaz de sobreviver a crises e prosperar.

Quantas vezes você foi a uma loja de R$ 1,99 no Brasil e encontrou apenas, APENAS, produtos de R$ 1,99? Se você já encontrou pode nos avisar que queremos saber onde é. Esse modelo fake (fajuto) de lojas no Brasil bombou na década de 1990 e hoje não existe mais, se existir é raridade. Nos Estados Unidos existe algo parecido… ou melhor, parecido não, muuuuito melhor e “relativamente” mais barato! É a famosa Dollar Tree.


Todos os produtos (repito, TODOS!!) custam exatos U$1 (um dólar). Você pode encontrar uma infinidade absurda de produtos, de snacks, comidas congeladas, produtos de higiene e beleza, brinquedos, itens para casa, produtos de limpeza, livros, doces, produtos para festas etc. Listar toda categoria de produtos da Dolar Tree aqui seria até dificil. Estamos falando de uma Coca-Cola por um dólar, um Pringles por um dólar, uma lasanha congelada por um dólar, um Cornetto por um dólar... e por aí vai.


Mas peraí, como eles conseguem vender tantas coisas, muitas vezes de marcas top of mind (Coca-Cola, Pringles, Johnson e Johnson, P&G) e manter esse preço tão baixo? Pra responder isso precisamos relembra-lo de um ponto fundamental das chamadas “Cinco Forças de Porter”, o Poder de Barganha.


O economista Michael Porter ficou famoso na década de 1970 ao cunhar esse modelo de análise mercadologica conhecido como as Cinco Forças de Porter, que permite entender o ambiente entras as empresas e analisar o grau de atratividade em cada setor da economia. Uma dessas forças é o Poder de Barganha.


O Poder de barganha significa o poder de troca; permuta. Barganhar é o ato de trocar um objeto por outro; é a força de uma pessoa ou grupo ao discutir preços, colocando pressão e exigindo por exemplo, maior qualidade em menor preço. Dollar Tree exerce um poder de barganha sobre seus fornecedores, e explicaremos o porquê. A rede possui nada menos que 15 mil lojas espalhadas pelos Estados Unidos e Canadá. Só para você ter uma ideia o Grupo Pão de Açucar possui em torno de 2 mil lojas!! É inacreditável o tamanho da Dolar Tree. Além disso, ela possui um sistema lojistico de 11 centros de distribuição, uma espécie de hubs estratégicamente localizados que permitem mandar todas as mercadorias para os pontos mais distantes dos Estados Unidos. Com todo esse tamanho, a rede tem poder para negociar com esses fornecedores e dizer, aqui só vendo produtos a um dólar, quer vender nas minhas 15 mil lojas? Quem não iria querer? Se a Coca-Cola não aceita o seu maior rival aceita. Isso explica o fato de a Dollar Tree conseguir sobreviver nesse business e não uma loja de bairro do Brasil e de qualquer outro lugar. É um business de escala. Quem tem tamanho tem poder para negociar os melhores preços. A título de curiosidade, em 2017 o faturamento da Dollar Tree foi de nada menos que US$ 22 bilhões de dólares!


Para quem vai para New York de férias pode comemorar por que existe diversas Dollar Tree por lá, inclusive em Manhattan. Listamos abaixo o endereço, com a localização exata de todas elas em New York.


O endereço de outras Dollar Tree em todo o estado de New York (inclusive Newark e New Jersey) você confere aqui: https://www.dollartree.com/locations/ny/

Se você vai para New York, a cidade vizinha New Jersey é quase que uma parada obrigatória. E a partir de lá que você chegará ao aeroporto internacional de Newark, vizitará o maior outlet de New Jersey, o Jersey Gardens e o tão conhecido Walmart. New Jersey é ainda opção de muitos brasileiros que procuram um lugar barato para morar ou se hospedar para quem vai trabalhar ou turistar em New York. Nesse espaço procuramos destrinchar as principais rotas de acesso à New Jersey. Lembrando que isso não é algo trivial, muitas pessoas se confundem, não usam as rotas mais eficientes (em termos monetários). Portanto, se você vai para New Jersey e não quer se perder (ou pior, perder dinheiro) continue a leitura abaixo.


O PATH (Port Authority Trans-Hudson) Subway é o meio mais rápido e barato para fazer o trajeto entre Manhattan e New Jersey. O PATH Subway é uma rede de Trens que conecta o estado de New Jersey (Newark, Hoboken e Jersey City) à Midtown Manhattan (meio da ilha de Manhattan) e ao World Trade Center, também em Manhattan. O PATH funciona 24h e o bilhete unitário custa em torno de U$2.75. Quem já possui o MetroCard (ticket do metrô de New York) pode utiliza-lo também no PATH normalmente. O trajeto também é rápido. Em apenas 25 minutos você chega à New York. São 12 minutos se você partir de Hoboken para Midtown (Manhattan).


O NJ Transit Train é a segunda melhor opção. Isto por que ele não funciona 24/7 e chega a ser de 3 a 5x o preço do PATH. Porém, essa é a opção obrigatória para quem sai do Newark Airport (Aeroporto Internacional de Newark) para New York. O lado positivo é que ao comprar o bilhete nas máquinas da NJ Transit você já vai se familiarizando com o processo e até já pode comprar algum bilhete utilizar nos ônibus da rede que vão para New Jersey. Por exemplo, se você está em Manhattan e precisa ir ao WalMart ou o famoso outlet Jersey Gardens você pode fazer o trajeto pelos ônibus da NJ Transit que partem do Port Authority Bus Terminal. O valor da passagem varia de acordo com a distância que você irá fazer. Fizemos um vídeo abaixo de como utilizar a máquina. No vídeo compramos um bilhete para o WalMart. Fique atento, pois você deve colocar a área que você irá e o número do zona.


O Ferry (Balsa) também é uma opção interessante. O preço é baixo, muito próximo ao PATH e a vista que a balsa proporciona de Manhattan é sensacional. O custo do Ferry gira em torno de U$ 8 (oito dólares) para adultos e há desconto para crianças. O ponto negativo da balsa é o intervalo em que as balsas partem, de 20 em 20 minutos. A Balsa faz o trajeto de Highlands, NJ até chegar à East 35th St., NYC.


Abaixo fizemos uma tabela resumo deste post. Assim, você pode escolher o melhor meio de transporte para sua ida à New Jersey.



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